Sua loja precisa de um aplicativo próprio?


Fonte: Diário do Comércio
Categoria: Tecnologia
29/09/2020

Foto - Mão segurando celular, com um símbolo de ecommerce

Por Mariana Missiaggia 23 de Setembro de 2020 às 07:00

Se ainda restavam dúvidas sobre a eficiência da tecnologia para a retenção de clientes, o isolamento social dos últimos meses acabou com todas elas. Até pouco tempo atrás, a dependência do contato físico ou até telefônico em alguns casos, garantiam a muitos negócios a fidelidade de um cliente. Hoje, já não é bem assim.

Considerados complementares à estratégia de vendas de qualquer empresa, os aplicativos possibilitam uma série de facilidades - tanto para a empresa como para o cliente. No Brasil, houve crescimento de 40% no download de aplicativos entre 2016 e 2019, segundo o relatório “State of Mobile 2020” da App Anie. Já são mais de 10 bilhões de downloads.

A versão mais recente do monitoramento Panorama do Comércio Mobile, realizada em abril deste ano, mostra que a proporção de brasileiros que já realizaram compras por aplicativos é de 85%. O mesmo estudo mostra que os produtos mais comprados pela ferramenta no Brasil são roupas, eletrodomésticos, alimentos e itens de farmácia (remédios e estética).

A possibilidade de enviar notificações, entender melhor o comportamento do consumidor e sua relação com a marca, além de diminuir o chamado custo de aquisição do cliente (CAC) são algumas das razões para aderir à tecnologia.

Grandes empresas de marketplace estão investindo em estratégias para seus aplicativos com o objetivo de conquistar mais clientes ou aumentar o tíquete médio. Tal crescimento tem sido liderado pela Americanas (da B2W) e pelo Magazine Luiza, que detém 19% e 9% do mercado brasileiro, respectivamente, segundo números de 2018 do Bradesco BBI.

Quem também assume protagonismo nesse cenário é a argentina Mercado Livre, que assim como a Magalu e a B2W, também tem ido além das vendas tradicionais e lançado carteiras digitais.

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Imagem (montagem): Mohamed Hassan em Pixabay


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